quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Julissa


Julissa (Julissa Arce Rivera) é uma renomada cantora de música cristã contemporânea, reconhecida como uma das principais vozes femininas do gênero na América Latina e nos Estados Unidos. Nascida em Chicago em 1976, ela construiu uma carreira sólida com canções que variam de baladas pop a ritmos sinfônicos.

Com mais de meio milhão de discos vendidos, vários prêmios e o reconhecimento de milhares de fãs. Uma das artistas queridas e respeitadas da música cristã cantada em espanhol, tem realizado turnês e shows pela Europa, América Latina e Estados Unidos.

Vem de Chicago, EUA, uma das vozes mais poderosas e melodiosas da música cristã hispânica: Julissa. Seus pais, de origem porto-riquenha, sempre a incentivaram a ter contato com o mundo da música.

"Nasci e cresci em Chicago. Meus pais são de Porto Rico. Comecei a ir à igreja muito pequena, com minha avó e, desde então, tive vontade de conhecer e de me aproximar de Deus. Lembro que quando tinha uns 13 ou 14 anos, cantando com o coral da igreja, senti algo tão especial da parte de Deus na minha vida. Enquanto cantava, compreendi completamente que Deus tinha me dado um dom, este talento para… para que eu pudesse com certeza cantar para ele, alcançar e tocar vidas. E compartilhar uma mensagem de amor, de esperança, de fé com nosso mundo que tanto precisa, não é mesmo? Quando canto, sinto uma grande paixão dentro de mim. Isso obviamente, é a paixão que tenho por meu Deus. É algo que quero compartilhar com o mundo inteiro e com todos que estão na minha frente, seja uma pessoa, ou 100 pessoas", diz Julissa.


Julissa estreou como cantora do coro de sua igreja aos 12 anos, e aos 14 já era professora da escola dominical. Aos 16, começou a cantar profissionalmente no grupo de música cristã "Geração Escolhida", com quem gravou vários discos. Foi durante uma dessas gravações que conheceu o produtor musical porto-riquenho Mike Rivera, com quem se casou em 1997 e com quem teve os filhos, John Michael, Alyrah e Jayden.

Desde seu primeiro disco, "Regresará por mí"(Regresará por mim), até o presente
momento, o selo de excelência musical presente nas produções revela uma trajetória onde Julissa e Mike têm caminhado de mãos dadas.


Julissa foi indicada ao "Dove Awards", o prêmio mais importante da indústria cristã musical da Terra, por seu álbum "Mi propósito"(Meu propósito) lançado pelo selo da Integrity-Music.

Desde baladas até melodias mais ritmadas, a voz de Julissa sempre consegue entoar as canções com uma força interpretativa e estilo únicos. Temas como "Con cada latido"(Com cada batida do coração), "Te prometo"(Te prometo), "Él no pereció" (Ele não pereceu) e "Enamorada"(Apaixonada), são canções que conseguiram alcançar reconhecimento internacional, graças a sua impecável produção e arranjos musicais inovadores.

Cantores do nível de Ricardo Rodríguez, René González, Luis Santiago, Roberto Orellana, Benjamín Rivera e Bobby Cruz, entre outros, fizeram parte de seu conhecido álbum de sucesso "Duetos"(Duetos).

Julissa interpreta desde profundas e melodiosas canções românticas, até ritmos tradicionais como o vallenato (gênero musical característico da Colômbia, semelhante ao forró, que utiliza o acordeão) e a ranchera (gênero popular mexicano reconhecido internacionalmente e caracterizado pela emoção carregada de sua interpretação), mas todas as canções refletem um mesmo objetivo: buscar a excelência ao apresentar Jesus como o centro de sua vida.


O ano de 2006 foi para a cantora um ano de importantes conquistas. Primeiro, o lançamento de seu álbum "Inolvidable" (Inesquecível), uma compilação de tradicionais hinos cristãos com arranjos musicais modernos.

Além disso, uma nova etapa em sua carreira teve início com seu trabalho como apresentadora do programa semanal "Espíritu Latino"(Espirito Latino), no novo canal a cabo Gospel Channel, que pode ser visto em todo o território dos Estados Unidos.

No início de 2007, Julissa fez sua estréia no campo editorial com a publicação de seu primeiro livro "O Ritmo da Vida", onde deixa impressa a história que nasceu em seu coração e se materializou nas páginas escritas sobre sua escrivaninha.

Através de um relato íntimo da cantora, o leitor conhecerá detalhes do coração desta intérprete de música sacra. Suas vivências, sua conversão, seus sonhos e as decisões que marcaram seu caminho, servirão de inspiração para jovens determinados a servir no Reino de Deus.

Juntamente com o livro, Julissa nos apresenta sua décima produção musical, "O Ritmo da Vida". “O ritmo da vida” é um livro que fala do meu começo, até onde cheguei. Um livro motivador no qual, com minha vida, experiências, conselhos e com a palavra de Deus, tento motivar os jovens de hoje em dia a não perder as esperanças em seus sonhos e torná-los realidade", diz Julissa.

Neste novo álbum é possível perceber que Julissa se envolveu com seu esposo Mike Rivera em todo o processo de produção. Os arranjos musicais enfatizam a emoção de sua interpretação com fusões de Pop Rock com ritmos da música brasileira, cubana, colombiana, árabe e outros ritmos cheios da paixão que caracterizam a cultura latina. Muito orgulhosa de seu trabalho, Julissa revela: "Estou feliz com o resultado final deste disco, sem dúvida nenhuma este é o meu álbum mais completo".

Entre as canções que se destacam no álbum estão: "Mejor así" (Melhor assim), "El Ritmo de la Vida" (O Ritmo da Vida), "Que hubiera sido de Mí" (O que tinha sido de mim), "Olor Fragante" (Cheiro de fragância), "Mi Plegaria (Minha Oração)" e "Pegada a Ti" (Pegada a Ti).

Obtido aqui

Após uma série de concertos de grande sucesso e apresentações por vários países da América Latina, Julissa visita a Ilha de Porto Rico para apresentar o primeiro clipe de sua mais recente produção, El Ritmo de la Vida.

Durante sua estadia em Porto Rico, a intérprete de Enamorada fez uma turnê promocional do vídeo da canção "Melhor Assim" visitando em uma semana os canais de maior audiência e os noticiários mais importantes da ilha.

Desde seu primeiro álbum, "Regresará por mi", até esta que é sua décima produção, os CDs de Julissa têm sido marcados pela excelência musical, que além de se refletir em seus discos a apresentações, também fica registrada em cada clipe que produz.

Seu novo vídeo musical foi produzido pela Integrity Music, que contratou o produtor Arturo Allen e o diretor Boris Dedenev para captarem a essência desta bela composição.

"Desde que ouvi a canção, nasceu em meu coração a idéia de fazer um vídeo que mostrasse a realidade que muitas pessoas vivem hoje em dia ao serem rejeitados por sua fé, e ao mesmo tempo, deixar claro que é melhor ser rejeitado ou discriminado do que viver distante de Deus", comentou Arturo Allen, que já trabalhou com Julissa em produções anteriores.

"Trabalhar com Julissa ao longo dos anos me permitiu vê-la crescer e amadurecer, não somente no nível espiritual e como pessoa, mas também profissionalmente", acrescenta Allen, afirmando que a capacidade de interpretação e o profissionalismo da cantora diante das câmeras pode ser notado em cada cena.

Assim como os vídeos anteriores que Julissa gravou, seu mais novo clipe se caracteriza não apenas pela qualidade, mas também por seu chamado à reflexão.

"Queríamos fazer um vídeo que tivesse uma mensagem clara. Aproveitamos que nossos jovens estão retornando às aulas neste momento para dizer que não se envergonhem do Evangelho, pois ele é o poder de Deus", diz Julissa, afirmando que quando estudava sentia a pressão do grupo de amigos, mas não cedeu, ao contrário - decidiu seguir os valores cristãos que havia aprendido.

As filmagens foram realizadas no Colégio Olga Bayona, localizado no Município de São Diego em Valencia, Venezuela. De acordo com o produtor, foi uma boa experiência pois puderam gravar com um grupo de jovens atores cristãos muito talentosos e dispostos.

Para a filmagem de seus vídeos anteriores Julissa havia escolhido atores russos, e pela primeira vez teve a oportunidade de trabalhar com cerca de 150 jovens latinos. "A ideia é mudar aos poucos os personagens; queríamos que fossem rostos mais latinos para que nossos jovens se identificassem com o que estamos tentando dizer a eles", argumenta Julissa.

Após finalizar sua turnê promocional por Porto Rico, Julissa viajará nos próximos meses para Boston, Califórnia e para o território brasileiro, para promover seu primeiro livro, que tem o mesmo título de seu novo CD: O Ritmo da Vida. Graças a sua grande acolhida no mercado hispânico, agora também será publicado em português.

Fonte: aqui

A cantora Julissa vencedora do prêmio ARPA em dois anos consecutivos, está de volta na lista de nomeados para estes pêmios importante que celebram a excelência na música cristã.

Com o álbum "Meu objetivo", Julissa ganhou o ARPA 2006 na categoria Feminino Album of the Year. E em 2007 com seu álbum The Rhythm of Life, a famosa cantora foi premiada na mesma categoria pela Academia Nacional de Música e Artes cristã, responsável pelos prêmios ARPA.

Na sétima premiação, Julissa é nomeada para o disco ... Adorandote tempo a sós com Ele, Melhor Álbum Vocal Feminino, categoria que compartilha com Lucia Parker, Lilly Goodman, Rocio Crooke e Kari Jobe.

Na próxima edição da ARPA, Julissa também está nomeada para Melhor Canção do Ano com o tema de ouvir você falar, que é o primeiro single do novo álbum, que alguns meses de seu lançamento e está no topo sintonizar estações cristã e secular.

Com relação a este importante reconhecimento, Julissa disse que, embora não esperasse, fica muito honrada. "O que acontece é que eu nunca faço um álbum pensando em ser nomeada ou receber prêmios, mas me senti muito honrada, porque é um álbum muito especial para mim", disse ela.

"Nesse álbum eu gravei minhas faixas favoritas do meu tempo a sós com Deus", disse Julissa, que com sua voz maravilhosa dá vida a temas como Gloria, de Juan Luis Guerra; A garota dos seus sonhos, por Daniel Calveti; Eu louvarei meu Jesus, de Emanuel Espinoza; e Escucharte, de Gamaliel Morales, recentemente nomeada para Melhor Canção do Ano ARPA Awards 2009.

Esta categoria é nomeado junto com Julissa Lilly Goodman, Blest, Misael e Liberdade e do grupo vermelho. "É uma honra ser indicada ao lado de grandes expoentes da música cristã, mas creio que o maior reconhecimento é saber que os elogios estão atingindo corações e mudando vidas", disse a cantora premiada.

Nesta edição ARPA Awards será realizado em 23 de outubro no Auditório Nacional da Cidade do México, considerado um dos dez mais importantes fóruns mundiais. Julissa embora ainda não confirmou sua participação, diz que está fazendo todo o possível para fazer parte desta comemoração importante.

Julissa está atualmente fazendo uma turnê de concertos em diversas cidades das Américas, onde está a partilhar a salvação através de sua música.

De 19-20 agosto Julissa esteve em Salt Lake City, Utah, para participar do Congresso Profético Apostólico, junto com os pregadores anacondia Carlos e Ricardo Di Rocco. Em seguida, viajou para a Argentina 27-30 agosto, em uma turnê que incluiu Mar del Plata, Buenos Aires, Rosario e Mendoza.

Em setembro 5, ministrou um concerto em Las Vegas, NV, e 17 a 27 do mesmo mês uma turnê da Venezuela, onde visitou Maracaibo, Puerto de la Cruz, Valência, Ciudad Ojeda e Maracay.

"O que buscamos é influenciar as pessoas a ter intimidade com Deus. Acho que estamos em um momento em que precisamos de nos concentrar em Deus...", disse Julissa.

Julissa - Escucharte Hablar

Julissa - Enamorada

Julissa - A Dios sea la Gloria

Julissa - Tu deseo

A cantora iniciou 2025 com lançamentos focados em arranjos orquestrais através do projeto "Un Viaje Sinfónico de Fe y Esperanza":


Janeiro: Lançamento do single "Gracias (Un Viaje Sinfónico)".


Fevereiro: Lançamento de "Enamorada (Un Viaje Sinfónico)".


Março: Lançamento do álbum/EP "Coritos al Son de Cuba (Un Viaje Sinfónico)", explorando raízes latinas com acompanhamento sinfônico.


Carreira e SucessosPrincipais Canções: "Con Cada Latido", "Te Prometo", "El No Pereció", "Tú Vives" e "El Gran Yo Soy".






Com mais de 10 álbuns, incluindo sucessos como Regresará por Mi, Mi Propósito e seu primeiro projeto em inglês, Forever.



Colaborações: Já participou de projetos com artistas brasileiros, como no videoclipe "El Amor Resplandecerá" do DJ PV.


Além de cantora, é autora do livro motivacional El Ritmo de la Vida e já atuou como apresentadora de programas de TV cristãos.

Al Gordon



Al Gordon, casado com Olivia e pai de Kester, faz parte da equipe de Holy Trinity Brompton em Londres; e, ajuda na direção de uma escola de Culto Central.

Al se tornou um cristão, quando tinha 18 anos, ao ouvir uma fita de culto de adoração e louvor em seu quarto! A música: "Vou oferecer a minha vida", de Matt Redman, foi a canção que ele usou como uma oração para entregar a sua vida a Jesus.


Entre os livros que Al Gordon leu e indica estão: "What's so amazing about Grace" (O que é tão surpreendente sobre a graça), de Philip Yancey e "Whatever Happened to Worship", de AW Tozer.


"O líder de adoração é como um porteiro no casamento, nosso trabalho é levar a noiva para o noivo e depois sair do caminho no momento certo. Nosso coração deve ser como o de João, o batista, que sabia diminuir seu ritmo de trabalho no tempo certo para que o reino de Jesus pudesse aumentar", diz Al.

O cantor gospel Al Gordon de estilo Pop tem um ministério no Reino Unido e já fez turnês com Tim Hughes em eventos de adoração, recentemente, de modo que às vezes as pessoas já o tenham escutado sem conhecê-lo.


Al Gordon, um dos líderes de serviço em Holy Trinity Brompton lançou 'Future Sound', seu primeiro álbum de música de adoração, um mini-álbum de sete faixas da série Survivor Record Emerge, uma série destinada a mostrar o ministério dos líderes de louvor que surgem.

"Morning Star" é a faixa de destaque, com versos esparsos para construir um refrão poderoso que contém linhas como "o rei para sempre, é pra você que eu estou vivendo", que são centradas em Deus e chamam o ouvinte para adoração.

"Eu também gostaria que cada canção tivesse um versículo bíblico em que se baseia, o que realmente ajuda as pessoas é a letra bíblica", diz Al.

Survivor está animado para anunciar que o novo álbum de Al Gordon FUTURE SOUND fez a Nº1 na parada de álbuns ITUNES Religião.

Sete canções cheias de hinos de louvor e adoração íntima. "Future Sound é uma coleção de canções que são o futuro", diz Al. ”A adoração é o som futuro e como estamos ansiosos para a volta de Cristo a nossa adoração deve refletir o eco do que estamos vivendo, no momento."


O álbum foi lançado no dia 15 de março/2008 no The Westminster Central Hall, onde Al Gordon e Tim Hughes hospedado Worship Central, onde mais de 2.300 pessoas reunidas.

O dia inclui a adoração de Matt Redman, Gordon Brown Brenton e Al com o ensino de Tim Hughes, o bispo de Durham, NT Tony Wright, de Andrew Wilson e Pilavachi Mike.

Worship Central continua a crescer e não apenas em Londres, no mês passado que organizou o evento na Califórnia e no último fim de semana em Manila e Cingapura. Mais datas estão previstas ao longo dos próximos meses, para incluir na Escócia, Londres e outras datas no E.U.A.

worship the Lord - Al Gordon




Fonte: aqui

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Sarah Reeves


"Don't Steal The Shame" é uma das minhas preferidas, pois fala de alguem que passando por uma perca, um constrangimento sente-se deprimido para retornar as atividades rotineiras... mas para atravessar o problema é necessário ser mais forte que a dor ou não se deixar derrotar apesar dela. Vencer seus limites significa não debruçar sobre as coisas ruins da vida, não se esconder nas sombras antes demonstrar fé e perseverança em meio as tempestades com a mesma disposição que atravessamos os dias de bonança...

Em abril de 2008 saiu o disco de estréia da cantora Sarah Reeves, chamado “Sweet Sweet Sound”, e já pode ser ouvido 100% no link: http://www.jesusfreakhideout.com/listeningparty/party1.asp

A Sarah tem 19 anos e já tem sido de grande expressão no meio cristão, dividindo com a Britt Nicole (que também vale a pena conferir) a posição das garotas mais jovens que são excelentes promessas, quando o assunto é qualidade, modernidade e boas músicas para o mercado cristão.

No MySpace da Sarah é possível conferir uma explicação detalhada de como foi feita cada música, despertando uma boa dose de curiosidade para ouvir o novo álbum.

Líder de louvor, compositora, intercessora de sua geração. Sarah Reeves foi chamada para todas essas coisas, e com razão - aos 19 anos 19, natural de Alabama ela está na moda, ela é comum, ela é recatada, ela é tímida, ela é sincera, ela é sensível, ela é borbulhante, ela é pensativa, ela é completamente envolvente - antes mesmo de sua primeira xícara de café.

Nascida em uma família de músicos, Sarah sabia desde cedo que a música seria a sua carreira. O pai um mestre muito respeitado no mundo da música, de modo que ela assumiu naturalmente que iria seguir seus passos. Mas um encontro radical com Deus em um acampamento da juventude, quando ela tinha 15 anos mudou para sempre o foco de Sarah.

"Pela primeira vez na minha vida eu vi pessoas animadas com a adoração a Deus, pessoas que seguiam a Deus com todo seu coração", afirma Sarah.

"Eu ansiava por esse tipo de relacionamento com Deus. Durante essa semana, Deus desarruma toda a minha perspectiva sobre a adoração. Humilhou-me. Ele me encheu com o Espírito Santo. Ele me chamou para ser uma líder de adoração. Ele me disse: 'A vida não é apenas você, Sarah. Deste ponto em diante você vai viver para glorificar meu nome, para alcançar as pessoas, e levá-las aos meus braços... Minha vida não tem sido a mesma desde aquele dia."

Sarah abriu os olhos e imediatamente se juntou à banda no culto da juventude e começou a liderar adoração ao seu grupo de jovens da igreja. Uma combinação de trabalho duro, talento natural, pulso firme, e um evidente sentido de convidar resultou na expansão da banda para adolescentes que inspira respostas positivas ao convite para o culto.

Apesar de Sarah, estar disposta a levar a adoração fora da ribalta, o anonimato não era para ser o seu destino na vida. Após realizar um primeiro set por Plumb, uma demonstração de suas canções encontrou seu caminho nas mãos de Lee Tiffany.

"No dia seguinte ela chamou Sarah para ir a sua casa. Ela e o marido me apresentou a Sparrow Records e o resto, como dizem, é história", relembra Sarah com seus olhos verdes safira brilhando.

O que Sarah não diz é que a história escrita envolvia algumas sessões em Nashville com os compositores mais requisitados, incluindo Jason Ingram, Ed Cash, Campos Mia, Scott Davis, Glover Ben, Morgan Cindy, e Marc Byrd, o que resultou em mais de 70canções para montar seu CD de estréia: "Sweet, Sweet Sound".

Ela também não menciona sessões de gravação com os produtores de renome como Ian Eskelin e Matt Bronleewe, ou a via-sacra pelas rádios e excursões promocionais que são parte integrante da indústria da música. É o suficiente para virar a cabeça de uma garota se ela não tem os pés firmemente plantados no chão e sua fé firmemente enraizada na Palavra.

"Sweet, Sweet Sound", serve como um excelente manual para a música de Sarah e seu ministério. O breezy, alegres, completa adoração de indução e distingue-se pela voz doce de Sarah. A profundidade de suas suas canções obrigam os ouvintes a mergulhar fundo na adoração com ela. As letras biblicamente fundamentada como o rock-alternativo em, "Fresh Unção", e a balada "Come Save" produzem uma bela roupagem de louvor e adoração.

O último, um stand-out track inspirado em 2 Crônicas 7:14, é um fervoroso apelo à intervenção de Deus em um mundo quebrado.

Como Sarah explica, "Eu quero que esse mundo conheça o amor incondicional de Jesus. Este é um grito de desespero que Deus irá salvar a nossa terra."

"Eu tenho um objetivo e um verdadeiro destino", declara Sarah Reeves com uma urgência que é palpável ", e que é trazer as pessoas para o coração de Deus, para ajudá-los a entender o Seu amor, Sua misericórdia e a liberdade e poder de adoração. Meu objetivo é levar as nações em Seus braços. Essa é a minha vocação".

Se essa declaração ousada de uma pessoa tão jovem faz você dobrar seus braços e colar um sorriso cético em seu rosto, Sarah é doce, e com seu sorriso ondeado imediatamente irá desarmá-lo. Uma amostra de sua música irá convencê-lo de sua sinceridade, e um exame das suas letras irá revelar um coração muito mais experiente e mais sábio do que seus poucos anos.

"Deus me chamou para ser um líder de adoração, quando eu tinha 15 anos," Sarah insiste. "Eu estive me preparando desde então. É preciso muita oração para liderar a adoração. Significa estar mesmo fora do palco como estou no palco. Percebo que ainda sou uma menina em um grande mundo. Entendo que ainda sou ingênua. Mas eu acredito que a Bíblia é verdade quando se diz que nenhum homem despreze sua juventude. Eu cometi erros e aprendi com esses erros. O importante é manter a minha mente na Palavra de Deus, para ser fiel a quem eu sou, e para continuar crescendo."

Sarah Reeve - "Don't Steal The Shame"


Sarah Reeves - Sweet Sweet Sound

Sarah Reeves - Come Save

Sarah Reeves - My Savior

domingo, 13 de setembro de 2009

Juan Luis Guerra


A principal categoria do Grammy Latino cristão, em 2005 foi para o primeiro CD gospel de Juan Luis Guerra, “Para ti”. Cantor e compositor, há anos Juan Luis Guerra tem o respeito do público e produtores musicais da América Latina, inclusive do Brasil (quem não sabe quem ele é, talvez conheça “Borbulhas de amor” na versão de Fagner).


Juan Luis Guerra Seijas nasceu em Santo Domingo (República Dominicana) em 7 de junho de 1957. Durante a infância, animava as festinhas da escola cantando músicas românticas. Após concluída a faculdade, cursou um ano de Filosofia e Literatura na Universidade Autônoma de Santo Domingo.

Decidiu que a música seria sua vocação e se mudou para o Conservatório Nacional da Música, onde terminou seus estudos. Ao concluí-los, estudou composição e arranjos na Berklee College of Music, em Boston (Estados Unidos).


Retornando ao seu país de origem, trabalhou compondo jingles publicitários para a TV dominicana. Montou a banda “4.40” e gravou seu primeiro álbum (“Soplando”) em 1984. Em 1985, assinou seu primeiro contrato com a gravadora Karen Records, o que lhe trouxe uma mudança radical em seu estilo musical, voltando-se para o merengue em sua versão comercial passando a apresentar-se como “Juan Luis Guerra e 4.40”.


Em 1990, com “Bachata Rosa” (seu primeiro álbum editado em CD) vendeu 5 milhões de cópias e atingiu o ápice de sua fama. Em 1991, criou a “Fundação 440” – atual “Fundação Juan Luis Guerra” – com o objetivo de ajudar crianças carentes.

Em 1995, fez uma pausa, após seu concerto em San Juan (Porto Rico), em junho de 1995, e empreendeu uma nova faceta: fundou uma emissora de rádio, a “Viva FM” e um canal de televisão, “Mango TV”, mediante os quais se propõe difundir os melhores talentos musicais de seu país.

Em 1996 aproximadamente, Juan Luis Guerra se converteu ao cristianismo e depois de quatro anos de um hiato discográfico, do qual muitos pensavam que não fosse voltar, o cantor apresentou seu trabalho “Ni es lo Mismo ni es Igual” (1998), com o qual ganhou três prêmios na primeira edição do Grammy Latino, em 2000.


Em 2005, recebeu o prêmio Billboard Espíritu de Esperanza pelo trabalho filantrópico à frente da fundação que leva seu nome.

Em fevereiro de 2006, foi convidado especial e cantou na abertura do concerto da legendária banda de rock The Rolling Stones, em San Juan (Porto Rico).

Já em 2007, recebeu o galardão de Excelência nos Prêmios Lo Nuestro, como reconhecimento de sua contribuição para a música latina.

Juan Luis Guerra, principal cantor, compositor e produtor musical da República Dominicana, é responsável pela renovação do tradicional ritmo do merengue. Juan nasceu em Santo Domingo, no dia 7 de junho de 1957.

O cantor, compositor, produtor dominicano Juan Luis Guerra é ganhador de vários prêmios Grammy, cinco só em 2007. Na oitava edição do Grammy Latino, conquistou os cinco prêmios para os quais estava indicado e ainda foi eleito a Pessoa do Ano por sua dedicação a tarefas humanitárias, aos mais necessitados da República Dominicana.

Juan dedicou o prêmio ao seu país, arrasado pela tempestade Noel no mês passado. O fenômeno causou a morte de 150 pessoas na ilha de Hispaniola. "Nos últimos dias, passamos por momentos muito difíceis. Mas somos um povo forte e valente e, sobretudo, uma terra cheia de paz, glória e amor", afirmou.


O artista dominicano levou os prêmios de Gravação do Ano, Melhor Álbum de Merengue, Melhor Canção Tropical, Álbum do Ano e Canção do Ano, graças a La Llave de mi Coración. "Agradeço ao Senhor, meu salvador, e a todos os que tornaram possível este sonho", disse o artista, ao receber o Grammy de gravação do ano.



A busca por uma voz doce para cantar a faixa "Me Dê Seu Carinho", do álbum "La Llave de Mi Corazón", levou o cantor dominicano Juan Luis Guerra a escolher Tânia Mara para dividir os vocais com ele.

"Queria uma brasileira cantando comigo para facilitar a entrada do disco no mercado do Brasil. Quando me apresentaram Tânia, achei que a doçura de sua voz seria perfeita para cantar essa música, que é um bolero, uma balada", disse ele, que por aqui fez sucesso com "Romance Rosa" e "Borbulhas de Amor", essa última na voz de Fagner.

Juan Luis Guerra compôs a música para o seu segundo álbum "Bachata Rosa", de 1990. A faixa "Burbujas de Amor" também se tornou um grande sucesso no Brasil graças a versão em português do cantor cearense Fagner.


Em 2008, Guerra promoveu sua bonita canção "Sólo tengo ojos para tí". Além de sua turnê mundial “La Travesía”. Em 2008 o cantor dominicano Juan Luis Guerra e seu grupo “4.40” realizaram shows musicais na Expo Zaragoza 2008. Guerra iniciou sua turnê “La Travesía”, passando por Zaragoza, Barcelona e Madri.


Nos shows o autor de "Ojalá que llueva café" surgiu no palco, descendo de um elevador e desembarcando de repente de seu avião quadrimotor, que aparecia nos telões do Anfiteatro. As primeiras canções, mais lentas, deram caminho para as mais movimentadas como "Woman del Callao" e "Bachata Rosa".


Guerra aproveitou o momento para passar sua mensagem evangelizadora, que há alguns anos abraçou a religião evangélica; e, aproveita todas as oportunidades que seus shows lhe dão para enviar mensagens de fé. Em meio às notas de suas canções "Buscando visa para un sueño" e "El costo de la vida", o artista manteve sua qualidade e o calor costumeiros.



A enorme banda - nada menos que 18 integrantes, incluindo o cantor – e perfeitamente compenetrada, contribuiu para que o show ficasse completo e que o público pudesse dançar ao som da bachata (cantos populares da Rep. Dominicana) e do merengue de um dos dominicanos mais internacionais.

Com gente de todas as idades, o público multifacetado retribuiu e dançou durante duas horas ao som da magia de Guerra, que está apresentando o premiado trabalho “La llave de mi corazón”, vencedor de seis prêmios Grammy Latino.


A noite em que Guerra encheu de paz o ambiente com bachatas e merengues, sem dúvida, ficará na história.



Abaixo posto a música "Mi Padre Me Ama", com uma história emocionante que envolve cenas de arrepiar e chorar! A história: "O filho que não poderia competir sem o seu pai. Do pai que não competiria se não fosse o filho. O pai que é o corpo e o filho o coração".

Mi Padre Me Ama

Mi Padre me ama tanto que
su hijo dio por mí
por siempre las gracias le daré
me ha dado su espíritu y verdad
bendito mi Señor
a su lado nada temeré, y cantaré

Mi Padre me ama tanto
Él me ama tanto
su amor es eterno y santo
eterno y santo
tan grande que no puedo entender
no puedo entenderlo

Me viste de ropa fina
me anhela y me dio su vida
gloria, aleluya, Padre fiel

Mi Padre me ama tanto que
soy su heredero
me ha dado su nombre y su poder
me viste de gloria y de bondad,
bendito mi Señor
mi Dios por siempre salvaré
y cantaré

Mi Padre me ama tanto
Él me ama tanto
su amor es eterno y santo
eterno y santo
tan grande que no puedo entender
no puedo entenderlo

Me viste de ropa fina
me anhela y me dio su vida
gloria, aleluya, Padre fiel

Oh, gracias siempre...

Su amor nunca cambia
nunca cambia
su amor es benigno y tierno
que todo lo puede y es eterno
gloria, Amén

Mi Padre me ama tanto
Él me ama tanto
su amor es eterno y santo
eterno y santo
tan grande que no puedo entender
no puedo entenderlo

Me viste de ropa fina
me anhela y me dio su vida
gloria, aleluya, Padre fiel

Juan Luis Guerra

domingo, 6 de setembro de 2009

Golden Gate Quartet



Golden Gate Quartet - foi formado em 1931 e, com diferentes mudanças em seus membros, permanece ativo. É o grupo musical de maior sucesso entre todos Estilo afro-americano chamado "Doo-wop". O grupo Golden Gate Jubilee Singers foi fundado em 1934, por quatro estudantes do Escola Secundária Booker T. Washington em Norfolk, Virgínia.

De acordo com o Os membros originais eram Willie Johnson (barítono; falecido em 1980), William Landford (tenor; falecido em 1970), Henry Owens (segundo tenor; falecido em 1970) e Orlandus Wilson (baixo; 1917–1998); outras fontes afirmam que Landford e Wilson substituíram os membros anteriores Robert "Peg" Ford e A.C. "Eddie" Griffin em 1935.

Desde 1935, o grupo cantava em igrejas e na rádio local, conquistando uma vaga fixa na estação estação de rádio WIS em Columbia, Carolina do Sul, em 1936.

Começaram como um Quarteto tradicional com ritmos inspirados no blues e jazz e baseados em arranjos inteligentes. Desenvolveram um amplo repertório de estilos, como em músicas como "Anywayhow" ou "Hush, Somebody's Calling My Name", até os arranjos altamente sincopados do grupo em "Shadrac, Meshach e Abednego".



Como os Mills Brothers na música popular frequentemente incluía efeitos vocais especiais em suas canções, imitando os sons dos trens em músicas como "Trem Gospel Golden Gate".

Landford frequentemente cantava, usando seus capacidade de variar do barítono ao falsete, enquanto Johnson cantava em um estilo sincopado que se tornou a marca registrada do grupo. O baixo de Wilson servia como âncora para o grupo e Owens harmonizava com Landford e Johnson.

Em 1937, eles se mudaram para a estação WBT em Charlotte, Carolina do Norte, e logo depois ganhou um contrato com a Bluebird Records.

Após sua primeira sessão de gravação no dia 14 de agosto de 1937, no qual gravaram quatorze músicas em duas horas, foram contratado para gravar 12 faixas por ano.

Em 1938, foram recrutados por John Hammond participará do primeiro show "From Spirituals To Swing" realizado no Carnegie Hall, em Nova York, após o que sua A popularidade cresceu.

Um exemplo de sua produção durante esse período popular inclui uma gravação de 1938 de "John the Revelator" que foi registrado no Registro Nacional de Gravações em 2005.


Ficaram em Nova York. York, se apresentando na boate "Cafe Society". Além de apresentar e gravar músicas gospel, também gravaram algumas músicas seculares para a RCA Records, que deveriam ser lançadas, mas no fim não foram lançadas.

Em 1939, William Landford deixou o grupo para formar um novo grupo, "Southern Sons"; ele foi substituído por Clyde Riddick (1913–1999).

Em 1940, o grupo assinou um novo contrato com a gravadora Okeh da Columbia Records e encurtou o nome do Quarteto Golden Gate.

Logo tiveram um programa de rádio no nível de e a oportunidade de cantar na inauguração do Memorial Franklin Delano Roosevelt em 1941, tornando-se o primeiro grupo musical negro a cantar no "Constitution Hall" e, posteriormente, a se apresentar várias vezes na Casa Branca.

Continuaram sendo populares durante a Segunda Guerra Mundial, fazendo várias aparições em filmes de Hollywood e cantando música secular, incluindo algumas músicas populares como "Stalin" Não era Stallin?" que misturava humor com comentário político.

O quarteto apareceu em filmes como "Star Spangled Rhythm" (1942), "Hit Parade 1943" (1943), "Hollywood Canteen" (1944) e no filme "A Song Is", de Danny Kaye e Virginia Mayto. Nascido" (1948). No último filme, eles interpretaram as músicas "Joshua fit the battle of Jericho" e parte de "A Song Is Born" com Louis Armstrong e Virginia Mayo.


Johnson foi chamado para na Marinha dos EUA em 1943, seguida por Wilson em 1944; Eles eram temporariamente substituído por Cliff Givens, que depois saiu para se juntar primeiro para The Ink Spots e depois para Billy Ward and His Dominoes, e Alton Bradley.

O grupo mudou-se inicialmente para a gravadora principal de Columbia e, em 1948, para a Mercury Records. Johnson saiu em 1948 para ingressar nos Jubalaires e foi substituído por Orville Brooks (1919–1997).

O quarteto perdeu seu Posição na música gospel após a guerra, quando enfrentaram concorrência dos novos quartetos de gospel duro.

Continuaram no estilo antigo, oferecendo comentários políticos mais afiados em músicas como "God's Going to Cut You Down", mas perdendo muito parte de seu público até quartetos como Dixie Hummingbirds e Soul Stirrers.

Henry Owens saiu em 1950 para se tornar pregador e solista. Alton Bradley retornou para substituí-lo, mas saiu em 1952, quando já estava substituído por Eugene Mumford (1925–1977), ex-membro do The Larks.

O Golden Gate retomou sua carreira em 1955 e fez turnê pela Europa pela primeira vez, e se tornaram muito populares.

O grupo mudou-se para Paris em 1959 e continuou em turnê, principalmente pela Europa.

Durante seu Estadia no Exército dos EUA, na Alemanha, Elvis Presley, que era Grande fã do trabalho deles desde a infância, os visitava nos bastidores do "Le Casino" em Paris e ficou para assistir ao espetáculo inteiro, também com eles, coincidentemente, no hotel "Prínce de Galles".

Elvis Presley gravou uma versão do popular "Swing Down Chariot" (1968/69) que incluiu em sua álbum gospel "His Hand in Mine".


Durante esse período, houve mais mudanças Orville Brooks saiu e foi substituído por Franck Todd e outros depois por Caleb Ginyard (1910-1978), e Eugene Mumford foi substituído por Clyde Wright (nascido em 1º de maio de 1928 em Charlotte, Carolina do Norte) um político britânico, desde a década de 1980.

Em 1950, o grupo trabalhou principalmente na Europa. Eles fizeram uma ótima turnê para final dos anos 1950 e outras turnês patrocinadas pelo Departamento ao redor do mundo do Estado dos EUA Em 1959, e por dois anos, o grupo atuou no Casino de Paris

Posteriormente, o grupo realizou seus primeira turnê à África em 1962, e durante os primeiros anos da década de 1960.

Nos anos sessenta, gradualmente expandiu sua banda de apoio para incorporar guitarra, piano, baixo e bateria.

Ao longo da década de 1960, realizaram inúmeros turnês pela Europa, com uma longa formação com Orlandus Wilson, Clyde Riddick, Caleb Ginyard e Clyde Wright.

Em 1971, Ginyard e Wright saíram, e foram substituídos por Paul Brembly (sobrinho-neto de Orlandus Wilson) e Calvin Williams.

Wright retornou ao grupo em 1985 para substituir Williams, que retornou aos Estados Unidos. Bill "Willie" Johnson trabalhou sozinho com Eugene Mumford e Cliff Givens versão do Golden Gate Quartet no final dos anos 70 na região de Los Angeles.


Angels, incluída no álbum "Jazz" de Ry Cooder, e aparecendo com Cooder. em sua apresentação de 1978 no "Soundstage", com Givens, Pico Payne e Jimmy Adams (embora Johnson não tenha usado o nome do grupo nessas aparições em particular).

O grupo realizou uma Turnê mundial do 60º aniversário em 1994. Riddick permaneceu com o grupo até sua aposentadoria em 1995, e Wilson, o último membro do grupo original, até sua morte em 1998.

Riddick foi substituído por Frank Davis. Wright foi substituído por Charles West (sobrinho de Wilson) de Portsmouth, VA. Thierry Fred François, Richard Phillips e, desde 2005, Anthony Gordon ocupou o cargo de cantor baixo.

Golden Gate Quartet foi incluído no Vocal Group Hall of Fame em 1998.

Em seu álbum de 2011, "So Beautiful or So What", o músico Paul Simon usou trechos de sua gravação de 1938 de "Golden Gate Gospel Train" para misturar o canção "Love & Blessings".


A música do grupo também foi destaque no videogame Battlefield Bad Company.






terça-feira, 1 de setembro de 2009

Stephanie Smith

Stephanie Smith, cantora e compositora americana de música cristã contemporânea (gospel) pertencente ao selo Gotee Records. Lançou dois álbuns: Not Afraid em 2008 e Stephanie Smith EP em 2009.

Estudou no Greenville College, em Illinois. Enquanto fazia algumas apresentações no AgapeFest (Festa Artística realizada todos os anos), ela conheceu TobyMac, que viu seu potencial artístico.

Após se formar em 2006, assinou com a Gotee Records. Em 2007, lançou digitalmente seu primeiro single, "Superstar", que lhe deu um começo favorável na indústria da música cristã. Músicas posteriores como "Not Afraid", "Renew Me", "In My Eyes" e seus dois álbuns seriam lançadas.

Além de sua carreira como cantora, também escreveu o livro "Crossroads: A Teenage Girl's Guide" (Guia do adolescente para cura de Feridas emocionais), como coautora com Suzy Weibel, lançado em 01 de Junho de 2008.

O estilo musical de Stephanie Smith está dentro do rock, passando pelas melodias suaves do pop rock até ritmos mais rápidos e cativantes, como o pop punk. As letras de suas canções relatam suas experiências emocionais e sua fé cristã.

Sua música, sua fé, sua vocação são tão interligados que é impossível distinguir onde para uma e outra começa. É que a fusão da vida temporal com os valores eternos que veste a sua fé na carne. É a ligação entre o espírito intangíveis e as expectativas corporais deste mundo prosaico que imbuir sua música com uma transparência primas emocional que atravessa fronteiras, corta ligações, e aconchega suavemente no coração daqueles que ela encontra.



Cantora e compositora cristã contemporânea americana. Contratada da Gotee Records, seu primeiro álbum "Not Afraid", foi lançado em 27 de maio de 2008 digitalmente e em lojas em 23 de Dezembro de 2008. Recebeu atenção nacional com Winter Jam 2009 Tour Espectacular.

Stephanie Smith - Not Afraid
(2008)
Pop / Rock / Gospel
1. Beauty
2. Superstar
3. Not Afraid
4. Renew Me
5. You Alone
6. Waitin on You
7. Over It
8. In My Eyes
9. What If I Made a Mistake
10. Love Out Loud
11. First Words (Bonus Track)

Not Afraid - Stephanie Smith [LYRICS]


Stephanie Smith - fragile sometimes